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Polémica

Fábio Coentrão pagou 4 mil euros por carta de condução

Jogador de futebol admitiu em tribunal ter violado a lei ao pagar a um instrutor para obter as respostas do exame de código de estrada.
Por Raquel Santos | 21 de março de 2017 às 20:11
Fábio Coentrão admite ter pago 4 mil euros pela carta de condução
Fábio Coentrão
O jogador com a mulher
No dia do seu casamento com a filha ao colo
Fábio Coentrão e o colega de equipa Cristiano Ronaldo
O futebolista, apesar de se ter lesionado e não poder jogar pela seleção portuguesa, apoiou-a no seu instagram
Fábio Coentrão em treinos no Real Madrid
O futebolista vestido com o antigo equipamento da equipa espanhola
Fábio Coentrão
O jogador exibi as suas novas chuteiras na rede social instagram
Fábio Coentrão
Fábio Coentrão
Fábio Coentrão
Fábio Coentrão
Fábio Coentrão e Cristiano
Fábio Coentrão
Fábio Coentrão
Fábio Coentrão
Fábio Coentrão
Fábio Coentrão
Fábio Coentrão
O futebolista, Fábio Coentrão, de 29 anos, que atualmente integra a equipa do Real Madrid confessou, no passado dia 17 de março, ao tribunal de Braga que pagou 4 mil euros para conseguir aprovação no exame de código de estrada.

O caso remonta a 2002, quando Coentrão terá tido facilidades no exame feito no Centro de exames de Vila Verde.

O jogador, ouvido em tribunal por videoconferência na qualidade de testemunha, admitiu que "não tinha passado" sem as ajudas necessárias, pois só saberia responder a metade das perguntas.

Coentrão explicou que tinha ficado sem carta na altura em que estava a iniciar a carreira no Real Madrid, assim sendo o jogador ainda referiu que seria "muito difícil" tirar novamente a licença pois, devido aos treinos diários na capital espanhola, seria impossível a deslocação a Portugal para obter o documento. E que não o poderia conseguir em Espanha por não falar castelhano.

O futebolista ainda mencionou que "muita gente falava" de uma escola em Vila Verde, Braga, que recorria a facilitismos em troca de quantias monetárias. Fábio ter-se-á socorrido desta escola, devido ao Real Madrid estar a pressioná-lo bastante para tirar a carta, explicando que um dos examinadores lhe deu as respostas através de gestos.

Coentrão foi constituído arguido, no entanto o Ministério Público (MP) optou pela suspensão provisória do processo, com o pagamento de 3 mil euros ao Banco Alimentar Contra a Fome de Braga, pagos pelo futebolista.

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