Notícia

Exclusivo

Marcelo: divórcio polémico

Marcelo nunca quis o divórcio da mãe dos filhos, Cristina Motta da Veiga. Foi a mulher a sair de casa depois de se ter envolvido com um amigo do casal.
Por Isabel Laranjo | 21 de janeiro de 2017 às 00:00
Presidente Marcelo: o divórcio polémico
Marcelo Rebelo de Sousa com a namorada Rita Amaral Cabral
O Presidente no dia 22 de julho de 1972, quando se casou com Cristina Motta da Veiga
O padre Vítor Melícias celebrou o casamento de Marcelo Rebelo de Sousa e Cristina Motta da Veiga. Para o Presidente, o matrimónio é um sacramento único que não repetirá
Em 1982, aquando da visita do Papa João Paulo II a Portugal, Marcelo encontra-se com Sua Santidade
O Presidente com os filhos, Sofia e Nuno, no Estoril, nos anos 80
O Presidente que é um homem devoto e vai à missa aos domingos, no Santuário de Fátima
O presidente Marcelo e Rita Amaral Cabral nas suas habituais férias de verão, de 2016, na praia do Gigi, Algarve
O Presidente com o Papa Francisco, aquando da visita ao Vaticano, em 2016
marcelo, rita
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
marcelo rebelo de sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
O Presidente nunca assinou o divórcio de Cristina Motta da Veiga, a sua primeira e única mulher. A separação de pessoas e bens acabou por consumar-se no dia 2 de dezembro de 1980, numa altura em que Cristina já tinha saído de casa e desenvolvia uma nova relação amorosa com um amigo do casal, Jorge Lagrifa.

Três anos depois, prazo legal estabelecido para consumar, ou não, o divórcio, Marcelo insiste em não terminar com o casamento. Para o Professor, o sacramento do matrimónio é um laço inquebrável. "Por causa da teimosia católica de Marcelo, só dali a três anos a separação é consumada juridicamente em divórcio", lê-se em "Marcelo Rebelo de Sousa", a biografia do Presidente.

Nesta ocasião, a questão juridica de refazer o casamento colocou-se: ou havia condições para tal ou, então, o divórcio seria automaticamente consumado. Marcelo estava disposto a voltar para a mulher, e disse-o ao juíz, apesar de, nessa altura, já namorar com Rita Amaral Cabral há dois anos.

Cristina Motta da Veiga não aceitou. O divórcio consumou-se em 1983 e, mais tarde, a ex-mulher de Marcelo casou-se com Jorge Lagrifa. Rita Amaral Cabral manteve-se sempre do lado do namorado e estava disposta a aceitar o que acontecesse, por respeito às convicções religiosas de Marcelo, que partilha. Continuam eternos namorados, ao fim de 36 anos.

Os motivos da rutura

Foi a compulsão para o trabalho que acabou com o enlace do Presidente. Cristina Motta da Veiga, com quem se tinha casado em 1972, em cerimónia religiosa celebrada pelo padre Vítor Melícias, não aguentou. "O afastamento entre Marcelo e Cristina é irrecuperável. Vêem-se pouco mais do que uma hora por dia. Ela está farta da solidão e das refeições sozinha, esperando por um marido que chega tarde ou de madrugada, anos a fio", lê-se na biografia.

Jorge Lagrifa saía, igualmente, de um casamento desastroso. "A solidão de ambos e as respetivas relações falhadas acabam por os juntar. É Cristina que sai de casa", revela a biografia. 

No dia em que a mulher saiu de casa, Marcelo estava de cama, com uma gripe. A mulher levou os seus pertences, para nunca mais voltar. "Cristina leva a mobília que lhe cabe na partilha e Marcelo, engripado, fica em casa com o sofá na sala, a cama do quarto, milhares de livros e pouco mais", descreve Vítor Matos, o biógrafo.

Comentários

Comentários
este é o seu espaço para poder comentar as nossas notícias!

Mais Lidas

+ Lidas

Newsletter

Newsletter

Subscreva a newsletter e receba diáriamente todas as noticias de forma confortável

;