Dentro dos prazos, saiu a Acusação contra Rosa e Fernando, acusados de em coautoria terem assassinado o marido da primeira, o triatleta Luís Grilo. Agora, que sabem o que defende o Ministério Público, é chegada a hora de conhecermos a perspetiva da Defesa dos dois presumíveis autores.
As aventuras e desventuras do hacker Rui Pinto, que desvendou segredos dos grandes clube portugueses, sendo criminosas possuem laivos de um romantismo justiceiro.
É sabido que a luta contra a violência doméstica vai ser um combate de longa duração. Deram-se alguns passos importantes ao longo das últimas duas décadas, embora lentos.
Não tenho dúvidas de que qualquer debate, abaixo-assinado, manifestação, contra a violência doméstica não tem efeitos imediatos no que respeita aos seus resultados.
A Assembleia da República, com carácter excepcional, devia aceitar legislar no sentido de escutas, gravações de voz, gravações de imagem fossem consideradas legítimas para provar uma naipe de crimes que vão do assédio, à violência doméstica, passando pelos crimes sexuais.
Escutamos os governantes que adoçam a coisa. Os especialistas que lhe metem acidez. Ficamos a saber tudo sobre helicópteros e regras (não cumpridas) de Protecção Civil comodamente revoltados no sofá.
Ser carcereiro deve ser uma das piores profissões do mundo. Ainda por cima muito mal pagos. No caso português, mal pagos, com falta de efectivos, e sem expectativa. O crime dos guardas prisionais é a sua profissão.
Há responsáveis na tragédia de Borba: o ministèrio da Economia, que licenciou, não fiscalizou, não controlou e permitiu que a avidez do empresário levasse a eito a ganãncia da exploração; as câmaras municipais.