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Covid-19

Agir saiu de casa pela primeira vez desde o início da pandemia e acabou surpreendido

O músico foi pela primeira vez às compras desde a chegada do novo coronavírus a Portugal. Os receios eram grandes mas o resultado não foi bem aquele que estava à espera.
24 de março de 2020 às 20:32
A amizade colorida de Carolina Deslandes e Agir
Carolina Deslandes, Agir
Carolina Deslandes, Agir
Carolina Deslandes, Agir
Carolina Deslandes, Agir
Carolina Deslandes, Agir
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Devido à pandemia mundial que vivemos atualmente com o novo coronavírus, assistimos a momentos de açambarcamento nos supermercados, com muitas imagens e vídeos de prateleiras vazias a tornarem-se virais.

Agir foi às compras e mostrou-se muito surpreendido com o que assistiu. O músico relatou nas redes sociais como foi a experiência comparando-a às suas expectativas.

"Ia cheio de medo, achando eu que iria encontrar um "Faroeste" de "Cowboys" chefes de família a correr atrás dos "pele vermelha" papéis higiénicos para limpar a terrível diarreia mental que o pavor que o Covid-19 lhes provocara fazendo-lhes achar que deveriam adquirir e acabar com o stock do estupidamente imprescindível papel higiénico para mais de um ano", começou por descrever.


"Mas qual não foi o meu espanto, quando me deparei com relativamente pouca gente, ordeiramente levando somente o necessário, respeitando a distância social, preocupada mas esboçando, ainda assim, sorrisos com o olhar através das máscaras cirúrgicas descartáveis", continuou o cantor de 32 anos.

Agir terminou o seu relato: "Posso ter tido sorte e provavelmente tive, porque sei de relatos de pessoas que viveram um verdadeiro pesadelo, mas esta minha sortuda experiência fez-me acreditar que, quando realmente é preciso e depois do pânico repentino passar, o ser humano tem o comportamento cívico certo e adequado. Mesmo na tempestade esperaremos juntos (ainda que separados ) e esperançosamente pela bonança. Boa Quarentena.".


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ESTRELA D'ALVA* 24.03.2020

Andava há bastante tempo, à procura de uma foto que pudesse elucidar pais, para o perigo de morte que é o trasporte de uma criança num carrinho de supermercado, nesta posição, como demonstra a foto em cima colocada, por obra do acaso. Não tendo onde se segurar é naturalissimo, que o puto ou a menina, institivamente vão com as mão ao varão, para melhor conforto no seu ingénuo passeio dentro de qualquer supermercado. E na maior parte dos casos os pais nem se apercebem que ali está uma fonte de contaminação que é das maiores existentes: aquela e os volantes dos automóveis. Mas num caso especifico a dos carrinhos , lamente-se que naturalmente a criança, vá com a mão à boca,porque aí momentos antes poderá ter sido conduzido ou empurrado por alguém com coronavírus, e assim sendo. depoi e por vezes já é demasiadamente tarde. Ser pai, tb., é educar e aquele carrinho, é apenas para transporte de bens essenciais...

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